Sergio Romano

sergio romano

NASCIDO EM 16 DE FEVEREIRO DE 1947 EM LISBOA DESDE CRIANÇA QUE SEMPRE OUVIU CANTAR EM SUA CASA. SUA MÃE CANTAVA LINDAMENTE.
AOS DOZE ANOS FAZIA CONCERTOS NO SEU QUARTO COM O AMIGO FERNANDO EM QUE UMA VASSOURA FÁCILMENTE FAZIA AS VEZES DE UM PÉ DE MICROFONE OU DE UMA GUITARRA.
NO PRINCIPIO DOS ANOS SESSENTA A SUA PAIXÃO PELA MÚSICA BROTOU EM FORÇA COM A CHEGADA DOS BEATLES. EM 1961 FEZ PARTE DO PRIMEIRO GRUPO DENOMINADO “ OS POP 5” EM QUE ASSUMIA A BATERIA COMO INSTRUMENTO. FOI NO ENTANTO EM 1964 QUE INTEGROU O SEU PRIMEIRO CONJUNTO A SÉRIO. ERAM OS “RAPAZES” E FOI O SEU PRIMEIRO BATERISTA. COM ESTE GRUPO ACTUOU PELA PRIMEIRA VEZ NA TELEVISÃO NO PROGRAMA PASSATEMPO JUVENIL DE JÚLIO ISIDRO.
EM 1967 DEIXA OS “RAPAZES” PARA INGRESSAR NA FORÇA AÉREA. RUMA A MOÇAMBIQUE PARA UMA COMISSÃO E EM TETE FORMA UM CONJUNTO COM A INTENÇÃO DE PASSAR OS TEMPOS LIVRES. É ASSIM QUE NASCE O “QUARTETO”. RAPIDAMENTE OS QUATRO RAPAZES DA FORÇA AÉREA A QUE SE JUNTOU MAIS TARDE UM QUINTO ELEMENTO FAZEM SUSSESSO E FAZEM MUITAS ACTUAÇÕES CHEGANDO A SER CONSIDERADOS UM DOS MELHORES GRUPOS DE MOÇAMBIQUE AO TEMPO. FOI NESTE TEMPO QUE TROCOU A BATERIA PELA GUITARRA.
É NO ENTANTO EM 1983 QUANDO A SUA VIDA SE ALTERA RADICALMENTE QUE APENAS COM UMA GUITARRA E MEIA DÚZIA DE LETRAS DOS ANOS SESSENTA COMEÇA A BATER A PORTA DOS BARES DA ÉPOCA. CHAMAVA-SE PIERROT O PRIMEIRO BAR QUE O ACEITA À EXPERIÊNCIA E PORQUE O MÚSICO RESIDENTE TINHA FALTADO. NUNCA MAIS DEIXOU DE TRABALHAR NA MÚSICA ATÉ 2007.
NA DÉCADA DE OITENTA FOI UM DOS POUCOS MÚSICOS QUE TRABALHAVA TODOS OS DIAS DA SEMANA MAS TINHA A AGRAVANTE DE TRABALHAR SIMULTÂNEAMENTE NO BANCO PINTO & SOTTO MAIOR E TODOS OS DIAS AS 8,30H COMEÇAVA A SUA OUTRA FASE DA VIDA. ESTEVE SEIS ANOS NO BERIMBAR ONDE OS CLIENTE DANÇAVAM AO SOM DAS SUAS CANÇÕES. SEIS ANOS NAS NOITES DE LUAR ONDE DEVEM TER ACONTECIDO DOS MELHORES E MAIS DIVERTIDOS MOMENTOS DA NOITE DE LISBOA DE ENTÃO. PASSOU PELO HIT E PELO MASTER DERBY E MUITOS OUTROS. JÁ NA DÉCDA DE NOVENTA ACTUOU EM HOTEIS COMO O SHERATON EM LISBOA OU IPANEMA NO PORTO ENTRE OUTROS, NO CASINO DA FIGUEIRA DA FOZ POR MAIS DE UMA VEZ. NO ESTRANGEIRO ACTUOU NO CANADÁ, ESTADOS UNIDOS, FRANÇA, SUIÇA, CUBA.
EM 1990 SAI O SEU PRIMEIRO TRABALHO DISCOGRÁFICO. ESCOLHE ENTÃO FAZER UMA GRANDE E AO QUE PARECE ÚNICA HOMENAGEM À MÚSICA PORTUGUESA DOS ANOS SESSENTA. DENOMINADO “SONHOS DE ONTEM CANÇÕES DE SEMPRE” OBTÉM GRANDE ÊXITO JUNTO DO PÚBLICO E O SEU NOVO ARRANJO PARA O TEMA VENCEDOR DO FESTIVAL DA CANÇÃO RTP DE 1967 “O VENTO MUDOU” ESTÁ DEZ SEMANAS NO TOP DA RÁDIO COMERCIA LIDERADA POR CARLOS RIBEIRO.
EM 1992 LANÇA O SEU PRIMEIRO TRABALHO DE ORIGINAIS DENOMINADO “COLINA DO SOL”. ESTE TRABALHO TEM A PARTICULARIDADE DE TER SIDO GRAVADO E PRODUZIDO APENAS POR SÉGIO ROMANO E FERNANDO ABRANTES COM QUEM INICIA UMA PARCERIA QUE DURA ATÉ AOS DIAS DE HOJE.
EM 1994 EDITA NOVO TRABALHO DE ORIGINAIS “HISTÓRIAS CANTADAS” ONDE SE ENCONTRA O TEMA “CORAÇÃO QUE BATE” CUJO VIDEO ALCANSOU GRANDE ÊXITO NA TELEVISÃO.
EM 1996 EDITA “DAR QUE FALAR” ONDE SE ENCONTRAM OS TEMAS QUE MAIS ÊXITO OBTIVERAM EM ESPECTÁCULOS COMO: MENINA DAS TRANÇAS PRETAS, DIZ-ME SÓ UMA VEZ, E DAR QUE FALAR, ALÉM DO TEMA QUE LEVOU AO FESTIVAL DE Sª LUZIA EM CUBA DENOMINADO LATINA.
É DURANTE A DÉCADA DE NOVENTA QUE ANTÓNIO CHAMPALIMAUD SEU PATRÃO NO BANCO PINTO & SOTTO MAYOR O CONVIDA A FAZER A PROMOÇÃO DO BANCO EM TODOS OS SEUS ESPECTÁCULOS.
NO FINAL DOS ANOS NOVENTA DESCONTENTE COM O RUMO QUE A MÚSICA PORTUGUESA ESTAVA A LEVAR AFASTA-SE DAS GRAVAÇÕES E DOS GRANDES ESPECTÁCULOS E PASSA A TRABALHAR APENAS EM EVENTOS. FORMA ENTÃO UM DUO COM A SUA MULHER “OS COKTAILE” QUE ATÉ 2007 NÃO PARAM DE TRABALHAR OBTENDO SEMPRE GRANDE ÊXITO.
EM 2007 E AO FIM DE 44 ANOS DE CARREIRA ENTENDE QUE ESTÁ NA HORA DE PARAR DE TOCAR TODAS AS SEMANAS E DEDICA-SE AO TRABALHO DE ESTUDIO APENAS E SÓ.
EM 2012 CINCO ANOS DEPOIS DE SE TER RETIRADO, ABRAÇA O PROJECTO FELIZ IDADE COM A FINALIDADE DE AJUDAR OS IDOSOS SEM RECURSOS E MAIS DESPROTEGIDOS. DE NOVO COM FERNANDO ABRANTES EDITA DOIS TRABALHOS DE ORIGINAIS PARA DAR VISIBILIDADE AO PROJECTO A SABER: FORA DA LEI E CAIS DO SODRÉ. UMA VEZ MAIS TODOS OS TEMAS SÃO DE SUA AUTORIA. CHAMA PARA SEU LADO DOIS AMIGOS DE SEMPRE DA MÚSICA JOÃO SEIXAS E JORGE CASTANHEIRA COM OS QUAIS FORMA OS “AR DE KOTA BLUES BAND”. A ESTE TRIO JUNTAM-SE MAIS TRÊS MÚSICOS DE NOVA GERAÇÃO MUITO TALENTOSOS NA AREA DO JAZZ E DOS BLUES. “CAIS DO SODRÉ” HÁ QUEM DIGA QUE É O ÚNICO TRABALHO DE BLUES EDITADO EM PORTUGAL, FEITO POR PORTUGUESES E EM PORTUGUÊS.
REVOLTADO COM A SITUAÇÃO DE CRISE ( A 3ª QUE VIVE DESDE O 25 DE ABRIL) FAZ DE “FORA DA LEI” E DE “CAIS DO SODRÉ” DOIS MANIFESTOS CONTRA A SITUAÇÃO E CONTRA OS GOVERNANTES E POLÍTICOS CORRUPTOS. TALVEZ POR ESSA RAZÃO AS RÁDIOS MAIS IMPORTANTES NÃO LHE DÃO A IMPORTÂNCIA CERTA POR TEREM MEDO DAS SUAS MENSAGENS. ACABA MESMO POR SER AMEAÇADO PESSOALMENTE À PORTA DE CASA BEM COMO LHE RETIRARAM OS VIDEOS DO YOUTUBE. NO DIA EM QUE FEZ PARTICIPAÇÃO NA POLÍCIA OS MESMOS VOLTARAM A ESTAR DISPONIVEIS. AS ÚNICAS RÁDIOS QUE FIZERAM ECO DE “CAIS DO SODRÉ” E DE “FORA DA LEI” FORAM A RADIO MUSICAL, A RÁDIO ONDA TUGA COM SEDE NA SUIÇA, A ALL STARS RADIO DE LISBOA E A RÁDIO BOA NOVA DE OLIVEIRA DO HOSPITAL.

EM 2015 E COM SESSENTA E OITO ANOS DE IDADE AO REGRESSAR COM O PROJECTO FELIZ IDADE SENTE-SE MOTIVADO PARA IR MAIS ALÉM E LARGAR A GUITARRA DE VEZ QUANDO O PROJECTO FOR UMA REALIDADE.
VEREMOS O QUE ACONTECE.

SERGIO ROMANO

 Olá amigos!
Como vos disse hoje fui entrevistado na Radio Musical não só no âmbito do Projecto como também sobre a minha carreira até 2005. A entrevista foi divertida e correu muito bem. Temas fortes do Fora da Lei e do Cais do Sodré passaram bem como temas do Álbum o Melhor de Sérgio Romano 1990-96. Mário Rocha mostrou ser um hábil entrevistador e os seus 30 anos de rádio mostraram que não os passou a colocar cd’s ou a fazer play-lists.
Eu que em 44 anos de carreira cheguei a ser entrevistado numa rádio instalada num vão de escada não posso deixar de admirar e tirar o meu chapéu a pessoas como o Mário Rocha e á sua paixão pela rádio e mais ainda pela música portuguesa que defende “com unhas e dentes”. Muito deve a música portuguesa a estas rádios que chegam longe ( a Radio Musical tem amigos no Alasca e é ouvida em todo o mundo). Existe muita gente a fazer música com qualidade que jamais tem a mínima chance de passar numa M80 ou numa Rádio Comercial entre outras porque as mesmas estão reféns de interesses muito para lá da música. E tal como em tudo na vida portuguesa é sempre muito “melhor” o que é estrangeiro. Desse modo também nós ficamos reféns daquele que decide nessas rádios o que passa e o que não passa, e isso levava-nos a outra discussão.
Francamente gostei de voltar aos tempos em que dar entrevistas em rádios locais era uma constante e que fez com andasse na música tempo suficiente para saber o que esta foi nesse tempo, o que ela é no presente e não me custa nada dizer…o que vái ser no futuro.
Estou grato Mário Rocha a Tania Sales e a Radio Musical pela oportunidade que me deram para divulgar o Projecto Feliz Idade destinado a ajudar os idosos.

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