Marcelo Rebelo da Costa

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Nascido em Coimbra em 1984, o contacto com a música e nomeadamente com o Fado desenha-se desde muito cedo graças aos discos de vinil de Fado de Coimbra e de Lisboa ouvidos em casa e às cassetes que em viagens Marcelo pedia aos pais para ouvir. O pai, colecionador de instrumentos musicais, compra um órgão colocando-o no quarto do filho, que aos dois anos Marcelo vê ainda como um enorme jogo aquele teclado.
Ouve o primeiro aplauso por volta dos seis anos, no intervalo de uma festa de aldeia, a prima dois anos mais velha sobe ao palco e ao microfone pede silêncio e anuncia que o primo Marcelo iria cantar. Timidamente à capela, naquele instante percebeu que ao cantar era ainda mais feliz.
Aos 7 anos, influenciado pelo pai, na altura aprendiz de acordeão, matricula Marcelo na mesma escola para começar a aprender a tocar órgão e mais tarde também acordeão.
Com 8 anos surge o casting para um programa televisivo infantil de talentos, escolhendo como tema da audição um fado.
O canto, sendo uma grande paixão, sempre que tinha oportunidade expunha com frequência em festas familiares e escolares, criando melodias e letras, incentivado pela família e pelos professores.
Com a mudança de voz na adolescência, Marcelo não deixa de cantar diariamente no ambiente familiar, no entanto numa fase de redescoberta da própria voz, dedica-se a ser mais ouvinte. Para além do fado começa a ouvir outros géneros musicais, nomeadamente smooth jazz como por exemplo Frank Sinatra. Iniciando aulas de canto e testando a versatilidade enquanto intérprete, seria uma época em que chega a desejar experimentar ser um crooner.
Integrando alguns projetos de outras áreas musicais, Marcelo deu também voz aos coros de álbuns de outros artistas, escreveu para projetos infantis e deu voz a spots publicitários para rádio e televisão.
Entre 2008 e 2010 é convidado para trabalhar num álbum de originais e versões de temas portugueses num registo entre o Pop e o Jazz, numa parceria entre a produtora Blim Records e a Sony Music Portugal, sendo editado em 2010.
No final de 2011 é convidado a levar um projeto de Fado à sala do Teatro Turim em Lisboa, realizando algumas datas nos primeiros meses de 2012 com concertos intimistas, ganhando o Fado cada vez mais certeza na vida de Marcelo. No mesmo ano surge a possibilidade de levar o mesmo projeto a terras helvéticas que se concretiza em Novembro, num concerto em Olten.
Os próximos anos foram sobretudo de trabalhos no Fado em eventos, restaurantes, hotéis, em vários pontos do país. Fazendo também substituições pontuais de outros fadistas, em casas de Fado como por exemplo nas casas conceituadas Marquês da Sé e Viela do Fado.
Em Junho de 2014 é-lhe dado destaque como Fadista da Semana na página da rede social Facebook “Fados e Outras Músicas”
Surge nos últimos anos a oportunidade de integrar alguns projetos na área do Fado, um deles dedicado a cerimónias religiosas em que fados tradicionais ganham letras para cada momento eucarístico idealizado pelo músico Nuno Cacho. Outro projeto que tem integrado, idealizado pela bailarina e professora Lucília Baleixo ( Academias Ai! A Dança ) – espectáculo “Sou do Fado”, que faz a ligação entre a Dança e o Fado, possibilitando a Marcelo pisar os palcos do Casino Estoril e do Festival IN Criatividade & Inovação 2015.
Convidado para dar voz à abertura da cerimónia dos campeonatos nacionais escolares, sobe ao palco do Coliseu dos Recreios a 14 de Maio de 2015.
Após uma audição, torna-se artista residente entre Maio e Agosto de 2015 do espaço lisboeta Povo, espaço que tem dado a conhecer e apoiado novos valores do Fado, patrocinando após os três meses de residência artística um álbum com o repertório explorado durante esse tempo. O disco de Marcelo resultante dessa passagem pelo Povo foi lançado a 19 de Novembro de 2015, para o qual escreveu quatro letras, sendo uma das músicas também composta por si.
Hoje em dia paralelamente aos eventos em Portugal e além-fronteiras tem sido convidado a cantar em Casas de Fado como Velho Páteo de Sant’Ana, Caldo Verde, O Forcado, Café Luso e Adega Machado.

Nascido em Coimbra em 1984, o contacto com a música e nomeadamente com o Fado desenha-se desde muito cedo graças aos discos de vinil de Fado de Coimbra e de Lisboa ouvidos em casa e às cassetes que em viagens Marcelo pedia aos pais para ouvir. O pai, colecionador de instrumentos musicais, compra um órgão colocando-o no quarto do filho, que aos dois anos Marcelo vê ainda como um enorme jogo aquele teclado.
Ouve o primeiro aplauso por volta dos seis anos, no intervalo de uma festa de aldeia, a prima dois anos mais velha sobe ao palco e ao microfone pede silêncio e anuncia que o primo Marcelo iria cantar. Timidamente à capela, naquele instante percebeu que ao cantar era ainda mais feliz.
Aos 7 anos, influenciado pelo pai, na altura aprendiz de acordeão, matricula Marcelo na mesma escola para começar a aprender a tocar órgão e mais tarde também acordeão.
Com 8 anos surge o casting para um programa televisivo infantil de talentos, escolhendo como tema da audição um fado.
O canto, sendo uma grande paixão, sempre que tinha oportunidade expunha com frequência em festas familiares e escolares, criando melodias e letras, incentivado pela família e pelos professores.
Com a mudança de voz na adolescência, Marcelo não deixa de cantar diariamente no ambiente familiar, no entanto numa fase de redescoberta da própria voz, dedica-se a ser mais ouvinte. Para além do fado começa a ouvir outros géneros musicais, nomeadamente smooth jazz como por exemplo Frank Sinatra. Iniciando aulas de canto e testando a versatilidade enquanto intérprete, seria uma época em que chega a desejar experimentar ser um crooner.
Integrando alguns projetos de outras áreas musicais, Marcelo deu também voz aos coros de álbuns de outros artistas, escreveu para projetos infantis e deu voz a spots publicitários para rádio e televisão.
Entre 2008 e 2010 é convidado para trabalhar num álbum de originais e versões de temas portugueses num registo entre o Pop e o Jazz, numa parceria entre a produtora Blim Records e a Sony Music Portugal, sendo editado em 2010.
No final de 2011 é convidado a levar um projeto de Fado à sala do Teatro Turim em Lisboa, realizando algumas datas nos primeiros meses de 2012 com concertos intimistas, ganhando o Fado cada vez mais certeza na vida de Marcelo. No mesmo ano surge a possibilidade de levar o mesmo projeto a terras helvéticas que se concretiza em Novembro, num concerto em Olten.
Os próximos anos foram sobretudo de trabalhos no Fado em eventos, restaurantes, hotéis, em vários pontos do país. Fazendo também substituições pontuais de outros fadistas, em casas de Fado como por exemplo nas casas conceituadas Marquês da Sé e Viela do Fado.
Em Junho de 2014 é-lhe dado destaque como Fadista da Semana na página da rede social Facebook “Fados e Outras Músicas”
Surge nos últimos anos a oportunidade de integrar alguns projetos na área do Fado, um deles dedicado a cerimónias religiosas em que fados tradicionais ganham letras para cada momento eucarístico idealizado pelo músico Nuno Cacho. Outro projeto que tem integrado, idealizado pela bailarina e professora Lucília Baleixo ( Academias Ai! A Dança ) – espectáculo “Sou do Fado”, que faz a ligação entre a Dança e o Fado, possibilitando a Marcelo pisar os palcos do Casino Estoril e do Festival IN Criatividade & Inovação 2015.
Convidado para dar voz à abertura da cerimónia dos campeonatos nacionais escolares, sobe ao palco do Coliseu dos Recreios a 14 de Maio de 2015.
Após uma audição, torna-se artista residente entre Maio e Agosto de 2015 do espaço lisboeta Povo, espaço que tem dado a conhecer e apoiado novos valores do Fado, patrocinando após os três meses de residência artística um álbum com o repertório explorado durante esse tempo. O disco de Marcelo resultante dessa passagem pelo Povo foi lançado a 19 de Novembro de 2015, para o qual escreveu quatro letras, sendo uma das músicas também composta por si.
Hoje em dia paralelamente aos eventos em Portugal e além-fronteiras tem sido convidado a cantar em Casas de Fado como Velho Páteo de Sant’Ana, Caldo Verde, O Forcado, Café Luso e Adega Machado.

 

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